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FASP apóia campanha de doação de órgãos

520 | 16/03/2006 | 8524 visualizações, incluindo a sua.
 
A FILA DA VIDA

Pode parecer um paradoxo, mas quem se arrisca em esportes radicais quase sempre dá muito valor à vida. Justamente por isso, ao desafiarem seus próprios limites, colocam em jogo o que lhes é mais valoroso.

No automobilismo, mesmo com todos os aparatos de segurança a que chamamos de célula de sobrevivência, estão todos sujeitos a escoriações graves e até mesmo à morte. No entanto, com a presença das UTI móveis nas pistas e a facilidade de transporte para um hospital, a expectativa de sobrevivência e recuperação sem seqüelas em um acidente de corrida é muitas vezes superior a um acidente de trânsito.

Mesmo com todo esse aparato, no caso de uma lesão em órgão vital, a vítima se defrontará com uma séria situação: a necessidade de um transplante de órgão.

No dia 9 de março passado, pela primeira vez, foi comemorado o Dia Mundial do Rim, como parte de uma campanha que esclarece sobre doação não só deste órgão, mas de tudo que possa vir a salvar uma vida. Córneas, pulmões, ossos e até mesmo pele fazem parte da lista de órgãos que podem ser transplantados.

A campanha divulga a importância de encararmos a doação de órgãos como um ato a favor da vida e não da morte.

Em termos proporcionais a sua população, o Brasil ocupa a 20ª colocação em número de doadores, atrás do Chile e da Argentina. Para piorar, no ano de 2005, foi constatada a queda no número de doações.

A tecnologia para captação dos órgãos está presente em todos os Estados, mas falta a conscientização da população a respeito da importância da doação de órgãos e do grande benefício que traz para a sociedade. Afinal, órgãos vitais não são vendidos em lojas nem são fabricados. Só existe transplante se houver doação.

A Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos - ABTO (www.abto.org.br) esclarece todos os detalhes e mitos sobre a doação de órgãos no Brasil.

É importante destacar que só a família pode autorizar uma doação. Nem testamento, nem RG, nada tem validade perante a lei. Por outro lado, a família não pode indicar para quem vai o órgão. Isso é feito pelo Ministério da Saúde, que possui vários mecanismos para coibir qualquer tentativa de tráfico e comércio de órgãos.

Portanto, ajude a incentivar a doação. Você ou alguém que você ama muito, um dia podem entrar nessa fila.


A seguir, apresentamos uma lista dos mitos mais comuns segundo a ABTO:


1) Se os médicos do setor de emergência souberem que você é um doador, não vão se esforçar para salvá-lo?
Se você está doente ou ferido e foi admitido no hospital, a prioridade número um é salvar a sua vida. A doação de órgãos somente será considerada após sua morte e após o consentimento de sua família.

2) Quando você está esperando um transplante, sua condição financeira ou seu status é tão importante quanto sua condição médica?
Quando você está na lista de espera por uma doação de órgão, o que realmente conta é a gravidade de sua doença, tempo de espera, tipo de sangue e outras informações médicas importantes.

3) Necessidade de qualquer documento ou registro expressando minha vontade de ser doador?
Não há necessidade de qualquer documento ou registro, apenas informe sua família sobre sua vontade de ser doador.

4) Somente corações, fígados e rins podem ser transplantados?
Órgãos necessários incluem coração, rins, pâncreas, pulmões, fígado e intestinos. Tecidos que podem ser doados incluem: córneas, pele, ossos, valvas cardíacas e tendões.

5) Seu histórico médico acusa que seus órgãos ou tecidos estão impossibilitados para a doação?
Na ocasião da morte, os profissionais médicos especializados farão uma revisão de seu histórico médico para determinar se você pode ou não ser um doador. Com os recentes avanços na área de transplantes, muito mais pessoas podem ser doadoras.

6) Você está muito velho para ser um doador?
Pessoas de todas as idades e históricos médicos podem ser consideradas potenciais doadoras. Sua condição médica no momento da morte determinará quais órgãos e tecidos poderão ser doados.

7) A doação dos órgãos desfigura o corpo e altera sua aparência na urna funerária?
Os órgãos doados são removidos cirurgicamente, numa operação de rotina, similar a uma cirurgia de vesícula biliar ou remoção de apêndice. Você poderá até ter sua urna funeral aberta.

8) Sua religião proíbe a doação de órgãos?

Todas as organizações religiosas aprovam a doação de órgãos e tecidos e a consideram um ato de caridade.

9) Há um verdadeiro perigo de alguém poder ser drogado e quando acordar, encontrar-se sem um ou ambos os rins, removidos para ser utilizado no mercado negro dos transplantes?

Essa história tem sido largamente veiculada pela Internet. Não há absolutamente qualquer evidência de tal atividade ter ocorrido. Mesmo soando como verdadeira, essa história não se baseia na realidade dos transplantes de órgãos.

www.faspnet.com.br

 
 

 
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